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Já pensava no tema da crônica desta semana, quando, de repente, me chega a notícia do falecimento do nosso amigo Wagner Rodrigues. Fui apanhado de surpresa, pois não sabia que o Wagner estava hospitalizado desde a última segunda-feira. Antes mesmo que o Marcos Gabiroba me pedisse para escrever algumas palavras sobre o Wagner, a ideia, é lógico, já me ocorrera.

Embora não tivesse convivido com o Wagner com muita frequência, o que dele conheci já foi o suficiente para sentir a grande figura humana que era. Sei que o Marcos Gabiroba, com quem estava na Rádio Pontal, o tinha como um irmão, foi o que ele sempre disse. Sei também que o Wagner era tudo na Pontal. Era ele quem fazia a apresentação desta crônica. Sei que fará muita falta para todos nós.

Mas voltando à figura do amigo morto, mesmo sem conhecê-lo mais de perto, conversamos em várias oportunidades e a impressão que dele me fica é de uma pessoa determinada e que sabia definir seus objetivos. Nossa convivência mais prolongada se deu quando éramos, ambos, membros do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. Ali, a atuação do Wagner era incisiva e irredutível, quando se tratava de defender o menor. Foi uma pena ter morrido, ele tão novo e que tanto ainda podia dar, principalmente nesta hora, que requer pessoas determinadas e decididas.

Mas a vida é assim mesmo e vamos caminhando e perdendo pessoas, parentes e amigos, quantos já se foram, quantos ainda irão, vivendo, apenas, em nossa lembrança. Resta, no entanto, o consolo e a certeza de saber que aqui estamos de passagem e que outra ou outras vidas nos aguardam, na imortalidade do espírito.

Obrigado e até a próxima.