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O turista desce na rodoviária de Itabira. Vocês poderiam dizer que turista não anda de ônibus, principalmente da Saritur, mas andam sim. Então, o turista chega na rodoviária, pega um táxi e vai logo dizendo para o taxista: primeiro quero ir na Expocenter, depois me leve na Intelecto’s Forest, a seguir no Love Peak e na volta, passe pela Nico Rosa Square, in downtown. Mas o turista quer ir também no Água Santa Park, à noite, só que tem um problema, disse logo o taxista, lá não tem luz. Tudo isto em inglês, é claro, pois nossos taxistas já falam a língua dos gringos, ou pelo menos, deviam falar, com estas placas que estão por aí. Claro que elas deram um certo ar internacional na cidade. Muito chique, mas e o resto? Já temos estrutura suficiente para assumir este ar de cidade de turismo? Por exemplo, aquele depósito de lixo fedorento logo onde os ônibus estacionam na rodoviária? E aquelas bancas de revista, os botecos de madeira logo do lado, na área pública da rodoviária? E a iluminação, ou melhor, a escuridão da rodoviária à noite? Tudo bem, as placas estão legais, mas pelo menos, é preciso cuida do elementar, para não perder o turista. Vale sempre o ditado, as aparências enganam…

E por falar em placas, das quais o outdoor é o primo rico, corre uma polêmica na cidade: a obra é do canal do Gabiroba ou da Gabiroba? Me disse a professora Graça Lima, que foi perguntada por alguém se não havia um erro no outdoor, não seria canal da Gabiroba? A questão é muito polêmica. Será que se trata de uma obra no canal do Gabiroba, do Marcos Gabiroba? Vamos por partes, o nosso amigo Gabiroba ainda não tem canal, não é dono de TV, quem tem canal é TV. Não poderia ser então uma obra no canal de um dente do Marcos Gabiroba? Também acho que não, não seria caso de outdoor. Chega de divagações, o outdoor está absolutamente certo. Fala de uma obra no canal do bairro Gabiroba, cujo nome vem do córrego Gabiroba e pronto, estamos conversados.

Tantos acontecimentos na cidade nestes últimos dias. Uma mensagem para o meu amigo José Sana e toda a turma da revista De Fato, de alegria pela chegada do seu número 100. Vá em frente, vale o esforço. A propósito: muito justa a entrevista / homenagem ao Jojó, patriarca do clã da Saritur, mas, ô Sana, a qualidade dos serviços prestados pela Saritur, para nós, de Itabira, está abaixo da crítica. A Saritur tem uma frota de ônibus velhos, completamente superada e quem sofre são os usuários, como sempre. Que tal a De Fato fazer uma reportagem sobre o assunto de tanto interesse para a coletividade itabirana e da região?

Até a próxima.