cronica_semana_#_perfil_facebook_#32Lendo a revista De Fato que dá notícia da eleição do novo presidente da Funcesi e da inauguração dos prédios das faculdades, lá em cima no Córrego Seco, a gente até fica entusiasmado. Dá até para sentir que talvez nem tudo esteja perdido em Itabira. A Funcesi está com os prédios prontos, salas de aula todas equipadas com micros, etc, tudo no jeito para receber os alunos e a administração em 1998. É uma nova e promissora etapa para os cursos superiores na cidade. Mas ainda tem um porém. Falta a Funcesi receber a doação do terreno onde construiu seus prédios. O negócio parece que está meio agarrado. Eu já disse e repito, se a doação não sair a tempo para tudo funcionar legal em 1998, acho que os prédios têm de ser ocupados (invadidos?), de um jeito ou de outro.

Na mesma revista, leio D. Mário, novo presidente da Funcesi, que fala de sua esperança de unir as forças em Itabira, neste momento decisivo e crucial da vida de nossa cidade. De tentar aglutinar e direcionar esforços no sentido de consolidar o ensino superior, de fortalecer o que já foi conquistado com tanto sacrifício e luta e que corre o risco de se perder se as manobras divisionistas tiverem êxito. Diz mais o nosso bispo emérito, diz que se não tiver sucesso, vai-se embora para não ver a derrocada final, quando não restará da cidade sequer o retrato na parede. Pelo sim, pelo não, mandem tirar logo uma foto bem caprichada dos novos prédios…

Só que aqui essa coisa de união não existe. Basta dar uma olhadinha no que vai acontecendo no cenário político, para se ter uma ideia do que via ser o “consenso” para a escolha dos candidatos a deputado. Já falei disto em outra oportunidade e nem sei porque estou falando outra vez. Vejam o que diz o Luiz Menezes no Diário de Itabira, com sua larga experiência política: Não acredito em consenso para eleger deputado em Itabira. Ele é que sabe, já é candidato e acha que vai ganhar. Então? Consenso para quê? Tem razão Luiz Menezes, melhor é cada um para si. Sabem o que penso? Chega de falar em união para eleger deputado. Não dá mesmo, é perda de tempo. É melhor que os partidos tenham vergonha na cara e não lancem candidatos que não têm a menor chance. Apresentem candidatos que realmente tenham chance, que, como já disse antes, são uns dois ou três, no máximo. E não se fala mais nisto…

Um abraço e até a próxima.