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O poder, ah o que faz o poder com certas pessoas. Elas se transformam completamente. Andam e falam como se estivessem pisando em nuvens, como se tivessem uma aura a lhes circular a cabeça. Basta um olhar para ver que se acham em estado de completo deslumbramento. Os outros, lá em baixo, não passam de pobres mortais, apenas e nada mais que isto. Mas, as aparências, como sempre, enganam e tirando-lhes o poder, sempre efêmero, nada lhes restará senão um imenso vazio, tal qual um buraco negro.

Meus amigos, esta referência sobre o poder não é minha. Apenas tomei a liberdade de sintetizá-la a partir de um texto que li outro dia, de autoria de um sociólogo e pensador sueco, em uma revista que nem me lembro mais o nome. Mas que é a mais pura verdade, isto lá é. Portanto, fica advertência: cuidado, meus senhores e minhas senhoras de todo este Brasil, com a perigosa e envolvente droga chamada poder. Seus efeitos inebriantes e sutis já atacaram muita gente, dizem que até o nosso falante presidente Fernando Henrique. Será??? É bem possível, porque presidente é uma das vítimas favoritas da praga.

Mas, se fosse só para falar disto, o assunto não teria fim tão cedo. Ia para muito mais de uma simples crônica. Aliás, já existem tratados sobre a matéria de autores famosos e eu não me atreveria a entrar em um tema tão complexo, a não ser de leve. Mas vamos falar de outras coisas, antes que eu me esqueça. De gente que fez Itabira, gente como Júlio Papa Roma, ou Papa de Roma, como é o certo. Grande figura, destas que ficarão sempre em nossa lembrança. De goleiro do Valério a pintor primitivista. O bom e velho Papa Roma do bairro Boa Esperança, lá perto da Chapada. Nunca me esquecerei de sua luta para legalizar o seu bairro, todo dia na Prefeitura. Fica para sempre na galeria dos itabiranos de coração. E sem esquecer que foi personagem de marchinha carnavalesca de autoria de Zé Picolé. Além se lembra???

Um abraço e até a próxima